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Consejo Latinoamericano de Iglesias - Conselho Latino-americano de Igrejas |
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Primeira leitura: Isaías 52, 7-10 Hoje celebramos a festa do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo. É celebração de júbilo e alegria para os cristãos, aqueles que reconhecem em Jesus o iniciador de um caminho religioso universal oferecido por Deus a toda a Humanidade. A leitura do livro de Isaías é um canto de louvor pela próxima libertação de Jerusalém. Duas imagens marcam a leitura, por um lado a dos mensageiros que sobre os montes de Judá trazem a notícia da próxima libertação, e gritam: Yahvé reina! A segunda imagem é a das sentinelas que levantam a voz em júbilo porque sabem que verão com os próprios olhos o Senhor voltar a Sião e exultam de alegria porque o Senhor consolou o seu povo e resgatou Jerusalém. É que no contexto em que se escreve o livro de Isaías, a maioria do povo de Israel se encontra exilado em Babilônia, são escravos dos Assírios. No entanto, vêm como muito positivo o fato de que Darío assume o poder, porque põem suas esperanças nele que será o libertador, que lhes permitirá retornar a sua terra. Esta realidade é iminente pelo que o escritor canta a alegria do retorno à terra. Para nós hoje, esses pés do mensageiro que anunciam o nascimento do Senhor e nós, como as sentinelas, proclamamos alegres a presença do salvador que se faz vida no meio de nós. O Salmo responsorial corresponde a um hino de louvor dirigido a Yahvé porque fez maravilhas e porque revelou a justiça às nações lembrando-se da lealdade de Deus a Israel. O salmista convida a toda a criação (mar, rios e montes) a aclamar Yahvé que chega para julgar o mundo com justiça e os povos com equidade. Essa felicidade nós a compartilhamos com o salmista quando recebemos Jesus que chega, que nasce. Ele é o próprio Deus que se converte em Boa Notícia, anúncio de salvação para todos os povos, que assume nossa condição humana e por isso estamos alegres e cantamos cheios de júbilo e esperança. A carta aos Hebreus reforça ainda mais a alegria desta celebração da Natividade do Senhor Jesus. Expressa que muitas vezes e de muitas maneiras Deus falou no passado a nossos pais por meio dos profetas, mas nestes últimos tempos Ele nos falou por meio de seu Filho a quem instituiu herdeiro de tudo. Irmãos, estamos nos últimos tempos porque a revelação chegou a sua plenitude em Jesus Cristo. Ele é imagem de Deus invisível, quem vê Jesus, vê o Pai; porque ao assumir a condição humana e ao nascer em um estábulo, como um homem pobre; Deus se manifestou como solidário com todos os homens da terra e por meio de Jesus mostrou o caminho da salvação. A liturgia de hoje, nos propõe pára além do mais o prólogo do evangelho de João para a reflexão. Este hino ao Verbo-Palavra de Deus, à Verdade, à Luz, que é o próprio Jesus, pôs una dinâmica descendente. No princípio a Palavra estava com Deus e por isso todas as coisas foram feitas por meio dela. É a Palavra pré-existente, junto de Deus e antes de todos os tempos. Esta Palavra, que é Jesus fez sua Morada entre nós, se fez carne, assumiu a condição humana, se fez um de um de nós e por que ele nos comunicou o Pai vimos a Deus. João veio para dar testemunho de Jesus, preparou-lhe o caminho, veio antes para anunciar a vinda do Salvador. Veio a Luz que é Jesus e os seus, que o evangelho de João chama judeus não o receberam, mas aos que o acolheram deu-lhes o poder de se fazer filhos de Deus no Filho (irmãos). Como se vê é um texto teológico muito profundo, nele se expressa o mistério da encarnação. Deus se fez homem, assumiu a temporalidade e limitações dos homens, para fazer infinito e ilimitado o homem. Deus se fez homem, para fazer do homem imagem de Deus. Esta é a mesma dinâmica que somos convidados a assumir em nossa vida como cristãos, encarnar-nos, assumir os valores r realidades dos lugares onde vivemos, olhar para baixo, e enxergar aqueles que são vistos pela sociedade com pouca cosa, (desdém) e reconhecer que neles a revelação de Deus acontece aos olhos do temente a Deus. Buscamos as seguranças em nossas vidas, mas a novidade da encarnação de Jesus é o risco de abandonar a segurança do Pai para assumir a insegurança da condição humana e da condição humana pobre, por isso é que crer em Jesus implica o risco de deixar tudo para segui-lo. Para a revisão de vida Para a reunião de grupo Para a oração dos fiéis Para a oração comunitária
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El Consejo Latinoamericano de Iglesias es una organización de iglesias y movimientos cristianos fundada en Huampaní, Lima, en noviembre de 1982, creada para promover la unidad entre los cristianos y cristianas del continente. Son miembros del CLAI más de ciento cincuenta iglesias bautistas, congregacionales, episcopales, evangélicas unidas, luteranas, moravas, menonitas, metodistas, nazarenas, ortodoxas, pentecostales, presbiterianas, reformadas y valdenses, así como organismos cristianos especializados en áreas de pastoral juvenil, educación teológica, educación cristiana de veintiún países de América Latina y el Caribe. |