www.clai.org.ec

Consejo Latinoamericano de Iglesias - Conselho Latino-americano de Igrejas

 

Servicio Biblico Latinoamericano

Primeira leitura: Atos dos Apóstolos 12, 1-11.
Agora sei que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar do poder de Herodes.
Salmo responsorial: 33, 2-9.
De todos os temores me livrou o Senhor Deus.
Segunda leitura: 2 Timóteo 4, 6-8,17-18.
Agora está reservada para mim a coroa da justiça.
Evangelho: Mateus 16, 13-19.
Tu és Pedro e eu te darei as chaves do Reino dos Céus.

1ª leitura:
Por que terá havido um tempo em que Deus realizava essas maravilhas em favor de seus fiéis e, em nossos dias, deixa-nos sozinhos contra as forças do mal? Terá Deus mudado sua forma de agir, uma vez que hoje nada disso acontece? Não seria difícil crer na providência divina quando Deus mostrava tanta solicitude para com seus servos fiéis, nas horas das dificuldades!

A narrativa da libertação de Pedro se refere a um fato histórico, mas as circunstâncias em que se deu são difíceis de determinar e não interessam ao autor. Ele se serve de expressões consagradas pelo uso e tomadas do Antigo Testamento para dizer que o Senhor interveio em favor do seu servo, no caso, Pedro. Muitas particularidades foram introduzidas apenas para dar mais vivacidade à narrativa.

Crer em Jesus significa ter entendido quem ele é, qual sua proposta de vida e confiar nele. Hoje, meditamos sobre as figuras destes dois apóstolos que, por caminhos diferentes, chegaram a crer nele. Devemos nos ater ao principal que é sua mensagem: a providência, a assistência do Senhor, a luz interior que ele concede a seus fiéis gratuitamente, tanto no passado como agora.

Salmo responsorial: Tendo recebido de Deus, luzes e graças interiores, o salmista entoa-lhe louvores: Bendirei continuamente ao Senhor, seu louvor não deixará meus lábios. Glorie-se minha alma no Senhor; ouçam-me os humildes, e se alegrem (v. 2).

2ª leitura:
Lemos, na 1ª leitura, que Pedro, quando percebeu o que lhe tinha acontecido, disse: Agora vejo que o Senhor mandou verdadeiramente o seu anjo e me livrou da mão de Herodes (v.11). Em outras palavras, ele constatou que a salvação não se tinha dado por qualquer iniciativa sua, mas tinha sido obra do Senhor. Deus jamais abandona quem põe sua vida em perigo pelo Evangelho.

Também Paulo está certo de que Deus lhe dará uma coroa no dia em que for acolhido junto a Deus. E acrescenta que essa acolhida será oferecida a quantos lutam pela justiça.

A fidelidade à vocação cristã põe-nos freqüentemente em condições difíceis. Caminhamos para o Pai e, nessa marcha, todos nós encontramos sofrimentos, solidão, incompreensão, marginalização.

Ambas as leituras convidam-nos, na hora da dor, a nos lembrarmos de que, ao nosso lado sempre estará o Senhor.

Evangelho:
Se tivéssemos que responder à pergunta: - quem é Jesus Cristo para nós -, talvez repetíssemos fórmulas aprendidas ainda no catecismo ou ouvidas aos domingos na igreja. Muito mais importante é refletir sobre a influência que sua doutrina tem tido sobre nossa vida ou quais as mudanças que a fé em Cristo operou em nós.

Quando Jesus se dirigiu a Pedro e lhe disse que sobre aquela pedra edificaria a Igreja, referia-se à fé que o Apóstolo tinha nele. Todos aqueles que, como Pedro, professam a fé em Jesus Cristo Filho de Deus vivo, passam a fazer parte desse edifício solidíssimo que jamais ruirá.

Na sua primeira carta, Pedro, dirigindo-se aos anciãos, desenvolve os critérios de comportamento de quem é chamado a desenvolver o ministério da presidência na comunidade: Velai sobre o rebanho de Deus, que vos é confiado. Tende cuidado dele, não constrangidos, mas espontaneamente; não por amor de interesse sórdido, mas com dedicação; não como dominadores absolutos sobre as comunidades que vos são confiadas, mas como modelos do vosso rebanho (5, 2-3).

Revisão de vida:

Na caminhada para o Pai, acreditamos que o Senhor está sempre ao nosso lado? Aprendemos com Pedro e Paulo a dedicação, o desinteresse e o amor com que deve ser desenvolvido o anúncio do Evangelho? Que influência tem a doutrina de Cristo sobre nossa vida?

 

 
El Consejo Latinoamericano de Iglesias es una organización de iglesias y movimientos cristianos fundada en Huampaní, Lima, en noviembre de 1982, creada para promover la unidad entre los cristianos y cristianas del continente. Son miembros del CLAI más de ciento cincuenta iglesias bautistas, congregacionales, episcopales, evangélicas unidas, luteranas, moravas, menonitas, metodistas, nazarenas, ortodoxas, pentecostales, presbiterianas, reformadas y valdenses, así como organismos cristianos especializados en áreas de pastoral juvenil, educación teológica, educación cristiana de veintiún países de América Latina y el Caribe.