Mateus 16.12-20
1. Apontamentos sobre as leituras
Salmo 138 – o reconhecimento de Davi da fidelidade de Deus é manifestação de fé. Graças a Deus é fruto de um coração que confia.
Êxodo 6.2-8 – A ação de Deus em favor de Israel é a manifestação de seu amor pela humanidade pecadora. O grande reconhecimento é de nos identificarmos como povo de Deus e ele nosso Deus.
Romanos 11.33-36 – A soberania de Deus é manifesta no amor que tem pelo pecador. Somente ele pode amar aquele que estava perdido. Nós olhamos para a soberania de Deus através do amor de Cristo.
Mateus 16.12-20 – A igreja existe por causa de Cristo. A partir desta identidade, é-nos estendido o ofício das chaves. Sempre lembrando: somos os instrumentos da execução do ofício das chaves; quem realiza o ofício das chaves é Deus através de nós. Não podemos deixar de olhar para Mt 18.15-20.
2. Critérios persuasivos
Objetivo de fé: as leituras, resumidamente, apontam para Cristo e sua ação de amor ao pobre pecador. A graça de Deus é manifestada ao homem perdido e condenado – a ele, através de Cristo, glorificamos, por causa de sua soberania.
Moléstia: nós reconhecemos a graça e a glória de Deus em Cristo. A grande dificuldade que temos, por causa da nossa condição de pecador, é não valorizarmos o ofício das chaves entre nós. O “poder” que temos nos remete a uma constante avaliação de nossas vidas particulares e como congregação: será que dependemos de Cristo para viver?
Meio: como instrumentos do Senhor da igreja, temos o ofício das chaves para agirmos como povo que é de Deus. Precisamos ser uma igreja que transpira o evangelho, para que o pecado seja exterminado e assim possamos glorificar a Cristo.
3. Esquema de mensagem
Cristo está entre nós:
Na Palavra
No Batismo -
Na Santa Ceia - No Ofício das Chaves - No mútuo colóquio e consolação dos irmãos.
Sugiro a leitura de Os Artigos de Esmalcalde¸ IV, para entender a estrutura da mensagem apropriada para este culto.
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